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Resurfacing a Laser

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Rejuvenescimento ou “resurfacing” a laser.

O que é? De todos os procedimentos utilizados para o tratamento do envelhecimento cutâneo, o que traz resultados mais drásticos no que diz respeito às rugas, manchas e flacidez da pele é o “resurfacing” a laser, que significa formar uma nova superfície através da utilização do laser.

Como funcionam os lasers para rejuvenescimento?

Baseiam-se na emissão de milhares de microfeixes de luz, os quais tem grande afinidade pela água presente na pele, ocasionando seu aquecimento rápido e sua vaporização e a destruição da pele em colunas. Desta forma, são criadas microzonas de lesão, entremeadas por áreas de pele intacta, as quais contém células com capacidade de promover a rápida cicatrização, encurtando o tempo de recuperação. A energia que é emitida pelo laser, além de agir diretamente sobre áreas de pele envelhecida, propaga-se lateralmente, levando ao aquecimento das camadas mais profundas da pele adjacente, sendo um estímulo na produção, remodelação e contração do colágeno, bem como no aumento da densidade das fibras elásticas. Como resultado, temos a melhora da elasticidade, resistência e firmeza da pele, clareamento da cor com redução significativa das manchas, diminuição da flacidez, suavização da textura, alisamento da pele e evidente efeito lifting. O tratamento de rejuvenescimento a laser pode ser realizado com diferentes graduações na sua intensidade, permitindo que se faça um “resurfacing” mais ou menos intenso, em sessões únicas ou múltiplas dependendo do grau de comprometimento da pele e da conveniência de quem a ele se submete.

Quais são os lasers utilizados no “resurfacing”?

Podem ser utilizados o laser de CO2 (fracionado ablativo) e o laser de Erbium (fracionado não ablativo).

O que é um laser fracionado?

O laser é chamado de fracionado quando seu feixe de luz é separado em vários microfeixes, como se fosse um chuveiro. Com isso, o laser atinge micropedaços da pele, deixando ilhotas de pele intacta entre as áreas de pele atingida. É essa pele que não foi afetada que facilitará a cicatrização das colunas de tecido atingidas pelo laser. Estas pequenas pontes de pele intacta permitirão a reestruturação da epiderme de uma forma mais rápida e possibilitará ao paciente um retorno às suas atividades normais num tempo mais curto. Atualmente, graças às tecnologias de fracionamento do laser, atingimos resultados significativos, com menos riscos de complicações, assegurando uma recuperação mais suave e rápida, permitindo ao paciente um retorno breve às suas atividades normais.

Qual a diferença entre laser ablativo e não ablativo?

O laser não ablativo induz a coagulação seletiva e suave dos tecidos, criando zonas microscópicas de lesão térmica dermoepidérmica, preservando a camada mais superficial, a epiderme, deixando-a quase intacta, levando assim, a um reduzido tempo de recuperação e menor risco de efeitos colaterais, pois causam dano térmico na derme e não removem a epiderme. É indicado para cicatrizes de acne, pós-cirúrgicas ou traumáticas, fotoenvelhecimento, melasma, estrias, flacidez e rítides. Os resultados são muito satisfatórios, a recuperação ocorre em dois ou três dias, e os efeitos colaterais são mínimos. No entanto, requer algumas sessões.
Já os lasers ablativos, removem a epiderme e parte da derme ao formar colunas de ablação total dermoepidérmica, com excelentes resultados no fotoenvelhecimento, mas com maior tempo de recuperação para o paciente. Assim, o “resurfacing” ablativo da pele com laser é maneira precisa e efetiva de remover a camada externa da pele danificada e de estimular a neocolagênese e sua retração. É indicado no tratamento do rejuvenescimento facial, flacidez cutânea, acne cicatricial, cicatrizes diversas e estrias, apresenta resultados um pouco mais expressivos do que os lasers não ablativo, contudo apresentam uma recuperação mais trabalhosa e demorada, porém podem ser necessárias menos sessões de tratamento.

Orientações pré-tratamento a laser

O paciente não deve estar com infecção ativa por herpes simples, não pode apresentar feridas na pele, não deve estar em uso de Isotretinoína (Roacutan) via oral. O paciente não deve estar bronzeado e deve utilizar protetores solares habitualmente. Será prescrito o uso de remédios para profilaxia do herpes, se for necessário, assim como os cremes e produtos que serão utilizados durante o pós-laser.

Orientações pós-tratamento a laser

O paciente não deve se expor diretamente ao sol por pelo menos 15 dias após a realização do procedimento. É necessário o uso contínuo de protetor solar de amplo espectro, uma vez que a pele recém-recuperada ainda estará em processo de cicatrização, estando mais sensível e susceptível a manchas. O paciente deverá reiniciar o uso dos seus cremes de rotina a critério do seu Dermatologista. Os resultados surgem gradualmente, à medida que o colágeno se reorganiza, sendo esperadas melhoras até o sexto mês após a última sessão.